Tenho recebido muitas perguntas através do blog e na vida real também sobre a minha pulseira da Cartier, que eu uso todo dia e não tiro para nada!
Esse bracelete faz parte da linha ‘Love’ da Cartier, que foi criada na década de 70 para celebrar o ‘amor’, sua força e o apego genuíno de quem está apaixonado.
Além do meu amor eterno por ela (tenho há anos e amo! Amo tanto que tenho a argola e a aliança! Acho uma das linhas mais lindas da marca!), ela não é a mais fácil para tirar. Durmo e acordo todos os dias da minha vida com ela porque ela é presa com parafusos! Isso mesmo, parafusos! E aí ela vem com uma chavinha de fenda de ouro (claro!) para prender as duas partes no pulso. Esse é o encanto e também o “trabalho” dela!
A marca tem vários modelos dessa pulseira (com ou sem brilhantes, em ouro rosê, amarelo…), além do brinco e do anel que também fazem parte dessa linha. Edições limitadas também são lançadas a cada temporada, as vezes com colares, novas aplicações… É só ficar de olho!
Para finalizar, tenho que dizer que acho esse um dos melhores investimentos no quesito de jóias! Literalmente, um amor! A minha intercala brilhantes com parafusinhos de ouro, mas acho a só com parafusinhos também uma fofura! Indico as duas!!!
Por aqui, no Brasil, nunca vi versões ‘inspired’ dessa pulseira. Mas, lá em Nova Iorque vi camelôs no Soho vendendo por 15 dólares umas bem parecidas!
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E aí amores, vocês curtem a pulseira?! E os brincos e a aliança?! Esclareci todas as dúvidas que algumas de vocês tinham?!
Lana Del Rey virou um ícone da música por causa de seus hits ‘chiclete’ e do estilo meio ‘diva-retrô-underground’ e a Mulberry que não perde tempo já focou na nova promessa da música e tratou de criar uma bolsa com seu nome, a ‘The Del Rey’.
O modelo ‘The Del Rey’ segue a vibe tradicional da Mulberry, com o fecho usado em praticamente todas as suas peças, mas ganha um ar mais clássico e versátil, já que é daquele tipo de bolsa que vai com tudo.
A “Kelly” foi uma homenagem da grife Hermés a então princesa de Mônaco, que em meados da década de 50 era uma das mulheres mais belas e influentes do planeta. A bolsa então virou sucesso absoluto e até hoje é uma das mais vendidas da Hermés.
A Birkin foi uma homenagem da brand francesa a atriz e cantora Jane Birkin, que ao encontrar com o diretor criativo da marca, Jean-Louis Dumas, em um vôo em meados da década de 80, disse sentir falta de uma bolsa que suprisse suas necessidades femininas e cotidianas. Para homenageá-la, Jean-Louis criou a Birkin em 1984.
Engraçado que a barriga dela nem aparece
Fotos: Bruno Pimentel e Manuella Oliveira
Para completar a produção, regata podrinha preta, bem larguinha usada com sutiã de renda preto por baixo e colar Mango para destacar o colo
Fotos: César Rebouças